Finalmente um app do MEU JEITO de ver os gastos
Queria um app de finanças que me desse relatórios detalhados de onde gasto, quanto gasto e como estou gastando em relação ao passado. Então... Fiz o meu.
O FinTrack é o app de finanças que comecei a construir porque cansei de app de banco e planilha me tratando como se eu fosse outra pessoa.
O problema
Todo app de finanças que eu testei tem o mesmo defeito: foi feito pra usuário médio, categoria genérica, fluxo genérico. Eu queria um controle que se adaptasse a como eu realmente gasto, não o contrário. E queria abrir o app e não sentir atrito nenhum entre “gastei” e “registrei”.
Por que eu mesmo construí
Dava pra usar qualquer app pronto. Mas construir o meu significa que cada decisão de arquitetura — cada rota, cada tela — é uma decisão que eu entendo de dentro pra fora. Isso importa na prática: outro dia eu quis integrar captura rápida de despesa via Tap Tap (dois toques nas costas do celular), e descobri que a feature já existia, sem eu saber, porque uma decisão de meses atrás (tratar cada tela como rota endereçável com Expo Router) já tinha resolvido o problema sozinha. Isso só acontece quando você conhece o próprio sistema.
O que o FinTrack faz hoje
- Registro rápido de receita e despesa, com deep link direto pra tela de captura (menos telas entre o gasto e o registro)
- Import de extrato via CSV/XLSX, com preset de banco, mapeamento manual de coluna, auto-categorização e detecção de duplicata — pra quem não quer digitar mês inteiro na mão
- Metas, parcelamentos e gastos recorrentes rastreados de forma nativa, não como gambiarra de categoria
- Análise preditiva simples, pra dar um sinal de “nesse ritmo, você estoura o orçamento em X dias”
O que chegou na V4


Estive no meio de uma reformulação grande: sistema de múltiplas contas (workspace) pra separar finanças pessoais de outras frentes, um assistente de configuração inicial (onboarding) de quatro passos, widget de tela inicial vinculado por conta, e uma identidade visual nova — saindo do roxo neon pra uma paleta escura monocromática com um azul de destaque, ícones de categoria em emoji em vez de ícone genérico.
O porquê disso tudo
Não é sobre lançar um produto perfeito. É sobre ter, na palma da mão, uma ferramenta desenhada em cima do meu próprio comportamento financeiro — e aprender, no processo, o tanto que dá pra fazer com decisões de arquitetura simples tomadas cedo. Cada função nova que eu “preciso construir” e descubro que já existe é a prova de que compensa pensar em sistema antes de pensar em feature.